Quando eu cheguei do plantão Nietzsche veio me receber na porta, como ele é pequenininho, puxo-o pelo vazado da grade da garagem e subo com ele no colo, me lambendo a cara toda.
Hoje chega outro cachorrinho em casa, mas é bom saber que eu não vou passar a amá-lo menos por isso. Meu coração é de um homem só, ao passo que pode pertencer a infinitos cachorros. Sei que vou amar quantos o destino colocar na minha porta, foi assim com "Sua mãe"(que nome infeliz!), com Menina... e os demais que já se comportam como nossos filhos, embora ainda não tenham casa definida.
Ai que ansiedade!
Nenhum comentário:
Postar um comentário